Teologia das Virtudes Ascéticas: A Diligência

por Izabel Ribeiro Filippi

Diligência, para muitas pessoas, é uma palavra que soa estranha aos ouvidos. Pode ser pouco corriqueira em nosso vocabulário, mas deve estar constantemente presente em nosso pensar e agir. Ser diligente é, acima de tudo, amar, pois quem ama deseja contentar o Amado. Como cristãos, somos diligentes quando nos entregamos a Deus e tudo fazemos por amor a Ele. Certamente, faremos estas boas obras com esmero, buscando que fiquem bem acabadas. Ainda que não entreguemos diretamente todos nossos pensamentos e obras a Cristo, a Ele pertencerão na mesma medida que nós pertencermos a Ele, e isso se demonstrará no empenho que colocamos em agradá-Lo. Além disso, cada momento de nossa vida, se estamos junto de Nosso Senhor, tem um objetivo maior, que está atrelado à eternidade; nesta busca pelo eterno encontramos a ligação de tudo quanto aqui fazemos com o nosso objetivo final, que é o Cristo Ressuscitado, e estas coisas ganham novo sentido: não mais as fazemos em vão, mas as utilizamos como meio para alcançar os Céus.

A preguiça, na maioria das vezes, provém de uma doença na vontade, que se recusa ao esforço, chegando até a temê-lo. “O preguiçoso quer evitar qualquer trabalho, tudo quanto lhe pode perturbar o sossego e arrastar consigo fadigas. Verdadeiro parasita, vive, quanto pode, a expensas dos outros. Manso e resignado, enquanto o não inquietam, impacienta-se e irrita-se, se o querem tirar da sua inércia” (TANQUEREY, Adolph: A Vida Espiritual Explicada e Comentada. Anápolis: Aliança Missionária Eucarística Mariana, 2007. p. 466). Esta explicação pode, num primeiro momento, parecer de um caso extremo de pessoa preguiçosa, no qual não nos encaixamos. Entretanto, se formos sinceros conosco, veremos que esta postura é inúmeras vezes assumida por nós. Então perceberemos como estas atitudes, que são também nossas, não convêm a um cristão, não são dignas de Cristo.

Quem assume sua condição de filho muito amado por Deus busca viver, através de cada gesto, a virtude da diligência. Não quer cumprir seu dever com desleixo e deixá-lo mal feito, mas coloca nele amor e assim dá seu melhor para que seja finalizado com esmero. Sabe das suas limitações e não se desespera por elas, antes coloca em Deus sua confiança, sabendo que fazendo tudo quanto pode, Deus não lhe falta. “Embora Deus aja como queira, quando queira, e com os instrumentos que queira, ordinariamente Ele se utiliza da colaboração livre e responsável dos homens para realizar os seus desígnios. E, mesmo que o homem seja um ser tão limitado em suas possibilidades, pode conseguir coisas verdadeiramente inimagináveis, quando vive e trabalha por Deus e unido a Ele” (MACIEL, Pe. Marcial: Carta Tempo e Eternidade).

O repouso foi mandamento de Deus que, Ele mesmo, conforme nos conta o livro de Gênesis, tendo trabalhado na criação do mundo, descansou ao fim. Porém, assim como seria um absurdo dizer que Deus ficou ocioso em seu repouso, devemos nós ter em mente que descansar não é ficar inativo e inerte. “Quem se entrega a trabalhar por Cristo não há de ter um momento livre, porque o descanso não é não fazer nada; é distrair-se em atividades que exigem menos esforço” (ESCRIVÁ, São Josemaria: Caminho. São Paulo: Quadrante, 1999. p. 122, ponto 357). Este mesmo Santo, ao explicar o que é a pobreza de espírito à qual estamos obrigados se quisermos entrar no Reino dos Céus, fala-nos que ela deve existir sempre junto ao serviço: “É, além disso, saber ter o dia todo preenchido com um horário elástico onde não faltem como tempo principal — além das normas diárias de piedade — o devido descanso, a reunião familiar, a leitura, os momentos dedicados a um gosto artístico, à literatura ou a outra distração nobre, enchendo as horas com uma atividade útil, fazendo as coisas o melhor possível, vivendo os pormenores de ordem, de pontualidade, de bom-humor. Numa palavra: encontrando ocasião para servir os outros e para si mesmo, sem esquecer que todos os homens, todas as mulheres — e não apenas os materialmente pobres — têm obrigação de trabalhar. A riqueza, a situação de desafogo econômico é um sinal de que se tem mais obrigação de sentir a responsabilidade pela sociedade inteira” (ESCRIVÁ, São Josemaria: Questões atuais do Cristianismo. Ponto 111).

“O espírito e o coração do homem não podem estar inativos: se não se absorvem no estudo ou em qualquer outro trabalho, são logo invadidos por um sem-número de imagens, pensamentos, desejos e afetos; ora, no estado de natureza decaída, o que domina em nós, quando não reagimos contra ela, é a tríplice concupiscência: serão, pois, pensamentos sensuais, ambiciosos, orgulhosos, egoístas, interesseiros, que tomarão o predomínio em nossa alma, expondo-a ao pecado” (TANQUEREY, Adolph: A Vida Espiritual Explicada e Comentada. Anápolis: Aliança Missionária Eucarística Mariana, 2007. p. 467). Para não deixar que a concupiscência nos domine e, como bons filhos que devemos ser, não podemos negar o serviço, permanecendo sempre na ociosidade. Não se trata apenas de não praticar o mal, mas principalmente não deixar de fazer o bem, pois nos dizem as Sagradas Escrituras que a árvore que não der frutos será cortada (Cf Mt 3,10).

Jesus, dizem-nos também os Evangelhos, contou a parábola dos talentos, onde ao servo preguiçoso, que preferiu enterrar seu talento, que na época era o nome dado a uma certa quantia de dinheiro, ao invés de fazê-lo render e dar frutos, até o talento que tinha lhe foi tirado (Cf. Mt 25,14-30). Estes talentos que Deus nos dá, que podem ser nossas qualidades e dons, são concedidos para que o coloquemos em prática e gerem frutos, tanto em nosso trabalho particular, com em nossa família e amigos, no trabalho que empreendemos em prol da Igreja, evangelizando, fazendo apostolado. Além disso, outro talento que ganhamos é o próprio tempo, que devemos empregar corretamente, para que não apenas não o percamos, mas que seja bem usado. Este modo de ver os talentos que Deus nos dá é explicado por Pe. Marcial Maciel, que, ao tratar sobre o tempo, escreveu: “Passar pela vida como as nuvens passam pelo céu num dia de vendaval; ou, o que seria pior, vegetar e vagar, buscando somente satisfazer os próprios desejos. Isto eu considero muito grave, principalmente num cristão que, em razão do Batismo, tem o sério compromisso de colaborar com a edificação e difusão do Reino de Jesus Cristo na terra. Por isso, recomendo que todas as vezes que se aproximarem do Sacramento da Reconciliação, examinem este ponto em sua consciência, e peçam perdão a Deus se perceberem que, por preguiça, negligência ou outra causa culpável, desperdiçaram uma parte do seu tempo” (MACIEL, Pe. Marcial: Carta Tempo e Eternidade).

Como nossa auxiliar, a consciência sempre está insistentemente a nos pedir que assumamos as nossas responsabilidades. Por mais que a vontade, ainda doente, queira fazer-nos permanecer inertes, sabemos qual nosso dever e precisamos esforçar-nos para colocá-lo em prática. É necessário educar esta vontade, pois a vitória de dará a cada tarefa, individualmente, a qual nos decidirmos com firmeza a empreender com solicitude. A luta contra a negligência não pode ser descurada sequer nas pequenas coisas, pois quem é fiel no pouco, Deus lhe confiará muito mais (Cf. Mt 25,21). Se a prática da diligência não começar nos pequenos detalhes, jamais chegará esta virtude a desabrochar em nós e tornar-se viva. Assim, pouco a pouco, com a prática do amor de Deus, e já avançando na virtude da diligência, procuremos nós mesmos o serviço, a fim de melhor dedicar-nos ao Senhor por seu intermédio.

É de suma importância criarmos convicções de trabalho, que é meio de santificação pelo qual podemos mais servir a Deus, não apenas atividade com que ganhamos o pão de cada dia. O mandamento do Senhor para que o homem trabalhe e frutifique é universal, aplicando-se inclusive àqueles que, porventura, sejam tão ricos a ponto de não precisarem mais trabalhar para garantir a sobrevivência. Podem não ter necessidade para si próprios, mas há, certamente, muito que fazer pelos outros e pela Igreja, trabalhos que todos devemos buscar, de acordo com nossas possibilidades, socorrendo tantos necessitados, dando oportunidade de emprego aos que não o têm, instruindo a quem preciso for, levando Deus a toda criatura, trabalhando no anúncio do Evangelho e na construção de uma sociedade católica. Se nossa vida for estéril, seremos cobrados por todos aqueles que deixamos de ajudar e que até mesmo, por nossa omissão, sofreram ou perderam-se no pecado. Pode ser que aqui outros trabalhem e se esforcem em nosso lugar, mas ninguém será capaz de ganhar o Céu por nós.

“A alma verdadeiramente amorosa de Deus, não põe delongas em fazer quanto pode para achar o Filho de Deus, seu Amado. Mesmo depois de haver empregado todas as diligências, não se contenta e julga haver feito nada” (CRUZ, São João: Cânticos Espirituais. Fortaleza: Edições Shalom, 2003. P. 43). Assim ocorre porque, exercitando-se já no amor de Deus, a alma vê-se livre das simples obrigações, não porque não as cumpre, mas, pelo contrário, além de fazê-las com presteza, busca os meros detalhes que poderão agradar ao seu Senhor, ainda que não sejam estritamente necessários. Já não os faz por si, mas por Aquele a quem ama, livremente e sem esperar qualquer coisa em troca. Nosso empenho nas coisas de Deus não deve ter em vista consolações ainda neste mundo. As flores serão colhidas no jardim da eternidade. Aqui, devemos aceitar que, na grande maioria das vezes, apenas tocamos os espinhos. Quem quer as flores sem os espinhos não é digno da Cruz de Cristo.

Mas não devemos nos entristecer se, muitas vezes, não encontramos gozo em fazer coisas para Deus. Os atos de amor não têm em vista nós mesmos, mas Aquele a quem oferecemos estes atos, ou seja, Sua Majestade, Senhor nosso. Nosso amor também se demonstra na persistência em cumprir nossos deveres, ainda que muito nos custem. Deus, que tudo sabe, verá nosso esforço e, estes dias passados aqui em terra árida, a duras penas, nos servirão para o deleite do Céu.

A errônea concepção de que trabalhar, por si só, foi um castigo de Deus aos homens, pode nos trazer um peso desnecessário às nossas tarefas corriqueiras. A verdade é que, mesmo antes do pecado original, já estava ao encargo do homem trabalhar (Cf. Gn 2,15). O homem, por natureza, precisa aperfeiçoar as faculdade com que Deus o dotou, já que não tem a perfeição divina. E a única forma de fazer isso é colocando-as em operação, cultivando-as, e este foi o mandamento de Deus desde o princípio da criação. Verdade é que não havia ainda o cansaço pelo labor – este veio após a queda do homem. Mas a dificuldade deu-nos também a luta, através da qual, se a ela nos aplicamos com diligência, nos santificamos. “Nenhum atleta será coroado, se não tiver lutado segundo as regras. É preciso que o lavrador trabalhe antes com afinco, se quer boa colheita” (2Tm 2,5-6).

Além de nos empregarmos em boas obras, é necessário evitar veementemente a negligência para com Deus, em especial no amor que lhe devemos, que, se chegar por vezes a desprezá-Lo, é pecado mortal, por nos privar da caridade necessária à graça santificante, rompendo a comunhão com Nosso Senhor que ganhamos em nosso batismo. A preguiça espiritual pode ser muito grave quando a alma fica em tal estado de tédio que se acabrunha, desistindo de começar o bem, por ser difícil de ser praticado. A tristeza demasiada, mesmo pelo pecado, não é boa, pois pode acabar por nos retrair das boas obras. Por vezes, a acédia ou acídia, nomes dados à preguiça espiritual, é tão grande que leva a pessoa a entristecer-se pelo bem divino. Remédio para a acédia será, portanto, procurar elevar os pensamentos aos bens espirituais, tornando-os mais agradáveis à medida que mais neles nos empenhamos, e sempre buscar aprofundar-se na oração, pois sem ela todo nosso trabalho se tornará infecundo. Além disso, temos na Sagrada Eucaristia nosso alimento espiritual, pois assim como o trabalhador precisa do pão que lhe dê energia para a labuta, precisamos do Pão descido dos Céus, alimento que fortalece nossa fé e nos anima na caridade, fazendo-a crescer em nós.

Se desejamos encontrar o Senhor e, um dia, contemplá-Lo face a face, com diligência devemos nos empregar na prática das virtudes. Sendo elas bons hábitos, será impossível tê-las sem a constância e a solicitude posta na prática de cada uma em particular. Se queremos construir o bem em nós, será, dia a dia, colocando um tijolo a mais na construção e cuidando para que não caia, seja pelo pouco zelo com que o edificamos, seja pelas investidas externas que querem fazê-lo ruínas, ou seja, a virtude da diligência nos fará vigiar constantemente, tanto para solicitamente fazer crescer as virtudes como para não permitir que tentações sejam consentidas, fazendo-nos cair em pecado mortal, o que nos privará da caridade.

Segundo o grande místico e Doutor da Igreja, São João da Cruz, “para achar deveras a Deus, não é suficiente orar de coração e de boca; não basta ainda ajudar-se de benefícios alheios; mas é preciso, juntamente com isso, fazer de sua parte o que lhe compete” (CRUZ, São João: Cânticos Espirituais. Fortaleza: Edições Shalom, 2003. p. 43), pois diz o Senhor: “Buscai e achareis” (Lc 11,9). Não haverá, pois, outra forma de encontrar a Deus senão pôr-se a caminho e buscá-Lo incessantemente, por obras que demonstrem a veracidade da fé, uma vez que “a fé sem obras é morta” (Tg 2,26). Continuando, o Santo mostra qual será este caminho ao encontro do Senhor e como se perderão os que tentarem estrada mais fácil: “Há alguns que nem mesmo se animam a levantar-se de um lugar agradável e deleitoso, para contentar o Senhor; querem que lhes venham à boca e ao coração os sabores divinos, sem darem um passo na mortificação e renúncia de qualquer de seus gostos, consolações ou quereres inúteis. Tais pessoas, porém, jamais acharão a Deus, por mais que chamem a grandes vozes, até que se resolvam a sair de si para o buscar. Assim o procurava a Esposa nos Cantares, e não o achou enquanto não saiu a buscá-Lo, como diz por estas palavras: ‘Durante a noite no meu leito busquei Aquele a quem ama a minha alma; busquei-o e não O achei. Levantar-me-ei e rodarei a cidade; buscarei pelas ruas e praças públicas Aquele a quem ama a minha alma’ (Ct 3,1-2). E depois de haver sofrido alguns trabalhos, diz então que o achou” (CRUZ, São João: Cânticos Espirituais. Fortaleza: Edições Shalom, 2003. p. 44). Com amor, portanto, não haverá lugar para a preguiça. Sabemos que cada gesto feito por amor, unido aos méritos da Cruz de Cristo, terá um imenso valor, e é isso que lhes dá sentido.

Muitas vezes o amor por Deus é tão grande que nossas ânsias são como as de São Paulo: “Para mim, viver é Cristo, e morrer, um lucro. Desejaria partir e estar com Cristo, pois seria muitíssimo melhor” (Fl 1,21;23). Mas, assim como este santo bispo da Igreja, se amamos deveras a Cristo padeceremos pacientemente esta dor de amor por querer estar logo junto do Amado, continuando nossa luta cotidiana com os pés no chão, mas os olhos e pensamentos voltados aos Céus. Isso fazemos quando damos sentido sobrenatural a todas as coisas, sejam elas as mais simples de cada dia ou os acontecimentos mais nobres de nossas vidas, tornando mais fácil cumprir tudo com alegria, ainda que nos custe, pois aí as tarefas passam a ser empreendidas não mais por si mesmas, mas por um fim infinitamente maior: o Amor.

Em nossa Santa Igreja, que compreende uma imensa diversidade de carismas e formas de viver a mesma fé – onde temos a essencial unidade da Igreja de Cristo – muitos foram os que, ocultamente, nas suas ocupações comuns e pouco cobiçadas, santificaram-se. Santos ocultos, mas que, com certeza, chegaram ao seu objetivo final, a salvação eterna e o encontro com Deus. Esta particular forma de servir ao Senhor, através do trabalho bem feito, da perseverança no ambiente familiar, no bom trato com os amigos, na constância na oração e freqüência aos Sacramentos, é forma que todo cristão leigo pode escolher para si, vivendo cada particularidade de sua vida com um propósito sobrenatural.

Portanto, o zelo com que realizamos nossas obras tem em vista agradar a Deus, não aos homens. A humildade, companheira de todas as virtudes, no fará sermos solícitos sem desejar reconhecimento dos homens. O serviço é visto por Deus ainda que oculto aos olhos humanos. Assim procedeu Santa Maria, que se dedicou a seu Filho – seu e nosso Senhor – sem que ninguém a visse, sem qualquer exaltação pública enquanto esteve junto de nós. Já na glória eterna do Pai, foi elevada acima de toda criatura. Ela, serva e escrava de Deus, pois “aquele que se exaltar será humilhado, e aquele que se humilhar será exaltado” (Mt 23,12).

Se nos faltam forças para seguir em frente com ânimo e ardor, podemos mirar nossa Mãe e Rainha, pensando como agiu Maria enquanto esteve neste mundo. Ainda tão jovem, ao ser visitada pelo anjo, não hesitou no seu sim a Deus. Sabia, com certeza, que esta opção lhe custaria o empenho de toda uma vida; não desconhecia as muitas dificuldades que passaria. Mas, respondendo prontamente ao chamado, pôs-se a serviço. Já carregando o Filho de Deus em seu ventre imaculado, empreendeu longa caminhada para chegar à casa de sua prima, Santa Isabel, a quem auxiliou por três meses. E, indo mais a fundo, imaginamos todas as palavras que não nos foram escritas, mas que certamente fizeram parte de sua vida; quanto carinho e dedicação não concedeu a cada detalhe da vida de seu Menino… Podemos também nós assim fazer, compartilhando com Maria a atenção que o Menino Jesus merece receber. E, como à doce criança na Manjedoura, com o mesmo amor fitamos, junto d´Ela, o Cristo pregado à Cruz. Nos pomos aos seus pés e, tendo a certeza que a Cruz não foi uma derrota, mas a vitória perpétua, prometemos dar nossa vida, se necessário for, para que tudo seja feito conforme a vontade de Deus. Diante do exemplo perfeito de doação do Verbo de Deus encarnado, que não mediu esforços para nos salvar, o único grito que talvez nos reste seja: “Não mais, Senhor. Não mais me recusarei ao serviço!”.

FILIPPI, Izabel Ribeiro. Apostolado Sociedade Católica: Teologia das virtudes ascéticas: a diligência. Disponível em: http://www.sociedadecatolica.com.br/modules/smartsection/item.php?itemid=195 desde 12/03/08

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