Não descures a prática da correção fraterna

 

Não descures a prática da correção fraterna, manifestação clara da virtude sobrenatural da caridade. Custa; é mais cômodo eximir-se; mais cômodo!, mas não é sobrenatural. – E dessas omissões terás de prestar contas a Deus. (Forja, 146)

Portanto, quando na nossa vida pessoal ou na dos outros percebermos alguma coisa que não está certa, alguma coisa que precisa do auxílio espiritual e humano que nós, os filhos de Deus, podemos e devemos prestar, uma das manifestações claras de prudência consistirá em aplicar o remédio conveniente, a fundo, com caridade e com fortaleza, com sinceridade. Não têm cabimento as inibições. É errado pensar que os problemas se resolvem com omissões ou com adiamentos.

A prudência exige que, sempre que a situação o requeira, se apliquem os remédios, totalmente e sem paliativos, depois de se deixar a chaga a descoberto. Ao notardes os menores sintomas do mal, sede simples, verazes, quer tenhais de curar alguém, quer se trate de receberdes vós mesmos essa assistência. Nesses casos, deve-se permitir, a quem se encontra em condições de curar em nome de Deus, que aperte de longe e depois mais de perto, e mais ainda, até que saia todo o pus e o foco de infecção fique bem limpo. Temos de proceder assim, antes de mais nada, conosco próprios e com os que temos obrigação de ajudar por justiça ou por caridade. Rezo especialmente pelos pais e pelos que se dedicam a tarefas de formação e ensino. (Amigos de Deus, 157)

Fonte: Opus Dei.

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Uma resposta em “Não descures a prática da correção fraterna

  1. Tudo é muito bonito mas na pratica… Nem sempre gostamos que nos corrijam! Nem sempre temos a paciência necessária para suportar as discordancias quanto mais as críticas.

    Quem não tem paciência e não aceita o contraditório, dificilmente aceitará uma correção através do auxílio espiritual! E quem diz que aceita engana-se a sí próprio.

    Muitas vezes na ânsia de impor nossas opiniões, não aceitamos a opinião de quem nos contraria. Às vezes somos grossos com quem nem conhemos pessoalmente só porque aquela pessoa, ao expressar sua livre manifestação foi contrária ás nossas opiniões já formadas.

    Ao agir assim com quem nem se conhece, corremos o risco de agir pior com aqueles que nos cercam: Nossos familiares e amigos.

    Dirão alguns: Mas isso não tem nada a ver com correção fraterna!

    Tem sim, pois é nas relações familiares que se começa o auxílio espiritual.

    Que sejamos mais pacientes, mansos e humildes em nossas relações, sejam a nível familiar ou na blogsfera!

    Que Ele nos faça exergar que temos um coração de carne e não de pedra!

    Que sejamos mais amigos e que saibamos aceitar as correções dos que nos nos estimam.

    E se mesmo assim for difícil a convivência, que briguem as idéias, não os homens!

    DFLD

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